Termografia no Controle da Epidemia Chinesa do Coronavírus

Termografia no Controle da Epidemia Chinesa do Coronavírus

Em vista do recente surto de pneumonia na China, ligado a uma variante do coronavirus, estão em voga nas notícias novamente os controles de epidemologia dos governos asiáticos em aeroportos e outros pontos estratégicos de transportes públicos. O vírus foi descoberto somente 20 dias atrás.

Desde 2003, com a epidemia de SARS, o uso de câmeras térmicas por infravermelho para a detecção de febre em passageiros foi provada como uma medida importante na restrição de expansão e controle de doenças contagiosas entre humanos. A SARS acometeu 8.098 pessoas em 37 países e provocou cerca de 800 mortes (9,6% de taxa de mortalidade) em todo o mundo.

A Comissão Nacional de Saúde da China colocou o número de casos confirmados em 291 até o final de segunda-feira, mas províncias forneceram informações mais atualizadas nesta terça-feira, mostrando uma expansão geográfica muito rápida em todo o território chinês.

Dois casos já foram identificados na Tailândia, um no Japão e um na Coreia do Sul, enquanto as Filipinas relataram na terça-feira seu primeiro caso suspeito.

O vírus pode causar pneumonia, com sintomas como febre e dificuldade em respirar. Como esses sintomas são semelhantes a muitas outras doenças respiratórias, é necessária uma triagem extra. O controle do estado febril em grandes populações em pontos de grande movimento, como os aeroportos internacionais, é de suma importância. Com o uso de uma câmera #FLIR para a área de sáude, isso é fácil, porque um alarme é instalado no software e simplifica a detecção. Infelizmente, no Brasil, nenhum aeroporto tem um sistema como esse instalado, comprometendo a segura nacional na saúde pública.

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